domingo, 24 de julho de 2011
Campo de Americana ajuda igrejas de três povoados de Alagoas
Neste sábado, eles se reuniram com o pastor Munhoz, presidente do campo paulista
Muita gente nem sabia, mas a Assembleia de Deus na cidade de Americana, no interior de São Paulo, envia uma ajuda mensal para obreiros que conduzem templos em três povoados de Alagoas. Na manhã deste sábado (28), os dirigentes conheceram o responsável pelo envio do dinheiro, o pastor Antônio Munhoz, presidente da Igreja de Americana,juntamente com o Pr. Marcos Ferreira,Pr. Ricardo Pratta,Pr. Joab S. Nicacio,Pr. Benedito Alves e sua comitiva.
O valor por mês é enviado diretamente para as contas da Assembleia de Deus no Estado e passa pelo crivo do pastor José Antonio dos Santos. Os obreiros do povoado Capelinha (evangelista Enildo Epitácio) – distante 17 km de Major Izidoro, Capivara (evangelista Erinaldo Gomes da Silva) – a 20 km de Batalha, e Munguba (presbítero José Ataíde dos Santos – distante 27 km de Santana do Mundaú, são os beneficiados.
Eles disseram que têm investido o dinheiro na própria estruturação do trabalho. “É uma ajuda que vem complementar toda a ajuda ministerial naquela região”, comentou o evangelista Enildo. Eles já estão no aguardo de 300 bíblias e harpas – 100 para cada – que a igreja em Americana vai doar nos próximos dias.
De acordo com o pastor Munhoz, o campo Americana ajuda 65 obreiros em todo o País e ainda colabora com auxílios esporádicos ao longo do ano para inúmeras congregações. Ele disse que recebeu a revelação de que Americana seria um celeiro de missionários.
“Sonhei, um dia, que estava dirigindo um carro grande e que entrava numa ladeira e procurava o freio e não encontrava. Alguém que estava do meu lado dizia que não adiantava procurar o break porque não tinha. Ai eu entendi que Missão não tinha freio. Enviamos mais e mais missionários e ajudamos muitos obreiros”, informou.
Ele disse que é somente uma ajuda que dão para os obreiros darem sequência ao trabalho do Senhor. “Fui missionário no Paraguai, no Chile e o espírito de missões ficou dentro de mim. Gostava da obra, sofri muito, tenho filhos aleijados, fiquei doente, construí templo que e a tempestade levou e reconstruí e ainda levantei uma igreja no Chile que o terremoto levou", comentou.
Fonte:http://www.jneweb.com.br/Reunião com os obreiros serviu para conhecer o trabalho nestes povoados
Pastor Munhoz diz que obreiros desonestos e arrogantes não servem
Recomendação de Deus, segundo ele, é servir ao Senhor com integridade, alegria, temor, humildade e fervor
O pastor Antônio Munhoz, presidente da Assembleia de Deus na cidade de Americana, em São Paulo, foi duro ao comentar sobre as atitudes desvirtuadas de alguns obreiros que estão na Casa do Senhor. O segundo preletor da 87ª Escola Bíblica de Obreiros, na manhã desta quinta-feira (26), no templo-sede, falou que Deus repudia veementemente os servos que são arrogantes, esnobes e, principalmente os desonestos.
Com subsídio no tema do evento “Frutificando na Verdade do Evangelho – Cl 1.5-6), ele afirmou que os cristãos têm um ofício na terra, que foi o mesmo de Jesus enquanto esteve na terra. “Fomos chamados para servir”, ensinou o pastor.
Para fundamentar esta tese, ele citou vários trechos bíblicos – sempre com a interação da platéia – contendo dicas de Jesus para os seus servos. Na verdade, Cristo estava educando os seus filhos espirituais para fazer a obra com atitudes segundo o coração Dele.
De acordo com o pastor Munhoz, na Bíblia estão contidas estas pistas. “Fomos chamados para servir com integridade, com temor, alegria, humildade e com muito fervor”, informou. Para cada característica desta, o ministro ensinou a metodologia mais adequada e recomendou a forma correta das atitudes individuais com alguns exemplos que foram ditos.
Entre os exemplos, destacou a maneira como alguns obreiros estão sendo chamados para servir na obra do Senhor. Ele frisou que, em algumas igrejas, esses servos são convocados conforme a sua condição social e financeira. “Alguns obreiros, hoje, são chamados porque simplesmente têm carro. Estamos vivendo em tempos de comodismo”, revelou.
Partindo desta declaração, Munhoz divulgou que ao ser chamado para a obra não tinha automóvel e precisava caminhar alguns quilômetros a pé para chegar ao templo.
Além disso, fez um comentário duro acerca dos que estão servindo e possuem características desvirtuadas, que não condizem com o perfil cristão de um verdadeiro filho de Deus. Citou os arrogantes, esnobes e ressaltou, principalmente, aqueles são usam da desonestidade dentro da Casa do Senhor.
“Sei que existem muitos que estão na Igreja, são obreiros, mas são infiéis. Recebem uma nota de cem reais e pedem para mudar o valor na tesouraria. É duro, não é irmãos, mas acontece e Deus repudia estes”, afirmou. Ainda completou: “Obreiro tem que ser fiel”.
Segundo o estudo, o comportamento do homem indicará se ele é um verdadeiro servo de Deus e se está frutificando na obra. E para encerrar, o pastor paulista revelou que há muitas pessoas na Igreja que estão com os talentos enterrados e, por conta disso, deixam de servir da melhor maneira.
Construção
No início da preleção, Antônio Munhoz disse que tinha 34 anos quando aceitou Jesus como Senhor e Salvador e já faz 43 anos que serve como pastor de ovelhas. Ele disse que o campo em Americana está em ritmo de crescimento e, para acomodar melhor os irmãos, está sendo construído um templo com capacidade para 8 mil pessoas sentadas.
Fonte:http://www.jneweb.com.br/
sábado, 23 de julho de 2011
A VIDA E A OBRADE DE Dwight Lyman Moody
Dwight Lyman Moody nunca teve nada de especial, nasceu no dia 5 de fevereiro de 1837, de pais lavradores, o sexto entre nove filhos, vivia no Vale de Connectcut, nos Estados Unidos. Quando tinha apenas cinco anos de idade, seu pai faleceu, deixando a sua mãe sozinha criar e sustentar a Dwight e seus oito irmãos, tendo, o mais velho, apenas doze anos. Mostrando coragem e dedicação, a viúva Moody manteve todos os filhos sempre ao seu lado, apesar da insistência de amigos dizendo-lhe que deveria mandá-los para adoção. Foi nesta época que ela percebeu a falta de religião no seu lar e tratou, imediatamente de matricular todos na Escola Dominical. Assim, Dwight foi crescendo, mau estudante, começou a trabalhar cedo para ajudar a família, até que no dia em que completou 17 anos, resolveu ir embora, contra a vontade da mãe e dos irmãos. Seu destino era a cidade de Boston, onde achou emprego na sapataria que pertencia ao seu tio.
Com o passar do tempo, sempre freqüentando a igreja de seu tio, tornou-se o maior vendedor da loja de sapatos, onde, aos poucos, foi acumulando uma grande soma de dinheiro. A religião para ele, porém, foi deixando de ser um hábito imposto e transformando-se em aceitação pessoal. No ano de 1856, mudou-se novamente, em busca de maiores riquezas para a novíssima cidade de Chicago.
Como vendedor em Chicago, ele ficou muito bem, em apenas 8 meses conseguiu juntar 5 mil dólares, valor que para aquela época era muito além de significativo para um rapaz de origem pobre como ele. Mas, em Chicago, o rapaz acabaria por escolher outros caminhos em sua vida que mudariam a direção, não só dos seus planos, mas influenciariam milhares de pessoas ao redor do mundo.
Um dia, fez uma visita na Escola Dominical de uma pequena igreja e pediu permissão para ensinar a uma das classes. O dirigente lhe respondeu: “Há dezesseis professores e somente doze alunos, mas o senhor poderá ensinar a todos os alunos que conseguir trazer à escola”. Para grande surpresa de todos, no domingo seguinte, Moody levou consigo dezoito meninos de rua, sem chapéu, descalços e de roupas sujas, para ensinar. E continuou a levar cada vez mais. Até que algumas semanas depois ele resolveu abrir outra escola em outro lugar da cidade, para que coubessem todos os alunos. Antes que terminasse o ano, seiscentos alunos em média assistiam à Escola Dominical, depois a assistência subiu para mil alunos e às vezes chegava a 1.500.
Moody sentia-se dividido entre dois mundos: o dos negócios e o religioso e sabia que logo teria que tomar uma decisão entre eles. Finalmente, após seis meses de dúvidas e grande agonia, decidiu que se entregaria completamente à religião. Foi escolhendo este caminho que Moody tornou-se conhecido nos Estados Unidos. Era convidado para ministrar em conferências sobre Escola Dominical por todo o país. Construiu um grande centro religioso em Chicago.
Anos depois, resolveu viajar para a Inglaterra a fim pregar em muitas cidades. Quando saiu dos Estados Unidos, ele era considerado um dos maiores professores daquele país, quando retornou, porém, ele já era conhecido como um dos maiores pregadores do mundo. E acabou tornando-se, depois dos apóstolos, o mais lembrado pelos cristãos de todos os tempos. Conta-se que pelo menos 500.000 pessoas foram diretamente influenciadas pelas pregações de Dwight Lyman Moody.
origem: A Vida e a Obra de D. L. Moody http://pt.shvoong.com/books/biography/1627760-vida-obra-moody/#ixzz1HuFoXUE6
Salmos 100:4- Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome.
LENDO ESTE VERSO NO LIVRO DOS SALMOS LEMBREI-ME DA GRATIDÃO E APROVEITO ESTE ESPAÇO PARA AGRADECER AO DEUS TODO PODEROSO, POIS SEM ELE NADA SERIA POSSÍVEL ACONTECER, AO MUI DIGNO PASTOR JOSÉ WELLINGTON B. DA COSTA PRESIDENTE DA (CGADB) E SUA ESPOSA IR.VANDA COSTA PELO CARINHO E A OPORTUNIDADE DE TEREM ACEITO O NOSSO NOME PARA MAIS ESTES FINS, AO MEU PASTOR PRESIDENTE NO ESTADO DE PERNAMBUCO, ROBERTO JOSÉ DOS SANTOS E SUA ESPOSA IR. IRACI SANTOS, PELA CONFIANÇA QUE SEMPRE NOS DEU, A MINHA ESPOSA IR. EDNEUSA FERREIRA BEM COMO TODA MINHA FAMÍLIA PELO APOIO E COMPREENSÃO A CHAMADA DE DEUS EM NOSSA VIDA, AO PASTOR ANTÓNIO MUNHOZ LÍDER DA IGREJA E ANFITRIÃO DA FESTA E SUA ESPOSA MISS. CAROLINA MUNHOZ, PELA BÊNÇÃO E HONRA QUE NOS ENTREGOU,AOS PASTORES WILHAM ALVARENGA, JOAB NICACIO, ADALTON XAVIER AMBOS COORDENADORES DO EVENTO, POR TEREM VENTILADO O NOSSO NOME COMO MINISTRANTE DA CONFERENCIA, QUERO AINDA AGRADECER AO PR. ADAILTON ALMEIDA MISSIONÁRIO NA AD DA ARGENTINA, QUE NOTICIOU AS NOVAS DE PAZ DO EVENTO EM UM VEICULO DE COMUNICAÇÃO DA ARGENTINA, DEUS CUMPRI O QUE DIZ CONFORME ESTA ESCRITO EM Ezequiel 17:24 - Assim saberão todas as árvores do campo que eu, o SENHOR, abati a árvore alta, elevei a árvore baixa, sequei a árvore verde, e fiz reverdecer a árvore seca; eu, o SENHOR, o disse, e o fiz.
ORE POR MIM, MINHA FAMÍLIA E O MINISTÉRIO QUE DEUS MIM CONFIOU.
Assinar:
Postagens (Atom)





